É tempo de sol. Esse que insiste em brilhar no meio da chuva grossa e do vento frio, nesse tempo maluco de Curitiba. Esse não escaldante mas onipresente, que nos confunde, que se faz de preguiçoso por uma manhã mas chega forte e desajustado com o resto do céu, enquanto todo mundo se molha com os pingos grossos e até violentos, assim descombinando, como que atrasado mas ali, operante.
É tempo de sol também dentro de mim. E de chuvas grossas, marés vazantes, produtividade sentimental na potência máxima. Água corrente que vem lavando todo o meu pó e teias de aranha, mas sol inclemente que brilha lá em cima desafiador, me garantindo que luz não falta. Que não falte mais, é o pedido.
É tempo de sol também dentro de mim. E de chuvas grossas, marés vazantes, produtividade sentimental na potência máxima. Água corrente que vem lavando todo o meu pó e teias de aranha, mas sol inclemente que brilha lá em cima desafiador, me garantindo que luz não falta. Que não falte mais, é o pedido.
Foto do moço ninja mor: www.cesarovalle.com