segunda-feira, novembro 30, 2009

Me deixe enlouquecer um pouco?

“É que às vezes acho que não sou o melhor pra você... mas às vezes acho que poderíamos ser o melhor pra nós dois”
Eu sempre me lembrei de você com essa música, por mais teenager que ela seja. Porque não importa o tempo e a distância, existe um pedaço de mim que insiste em pensar que teríamos sido ótimos juntos. Que seríamos, ainda, se tivéssemos a chance. Que seria mais simples, que seria mais fácil, mais certo. Eu sei que não tenho como afirmar nisso, eu sei que o meu lado racional não tem a mínima condição de contar com isso, porque nunca passamos do quase. Nunca tentamos de fato, e eu nunca te mostrei que queria tentar. Mas que timing péssimo esse nosso, não? Você começa a namorar na hora errada, eu começo quando você termina o seu. O mundo nunca conspirou muito a favor, mas eu também nunca fui atrás, nem por um minuto. Talvez seja isso, o não ter tentado. Combinado com a minha falta de certeza, talvez seja isso que me balance assim quando eu te vejo.


Sabe, eu não gosto de balançar, é claro que não. É idiota questionar o certo por causa do duvidoso, do utópico, da suposição apenas. Eu sei que não faz o mínimo sentido. Mas eu não tenho tanta segurança assim, não tenho tantas certezas e naquele momento, não tinha muita satisfação. Na noite em que te conheceu ele sonhou que eu o traía, e eu sei que tenho a minha participação energética nesse sonho.


Eu preciso acreditar que as coisas serão como tiverem que ser. Que “o que é meu tá guardado”, que tudo tem seu tempo, bla bla bla. E tchau, chega desse papo.


Não me leve a mal

beijo
Bia

*imagem daqui

sexta-feira, novembro 27, 2009

quinta-feira, novembro 26, 2009




















HAUHAUAHUAHAUHAUAHAUHAUAHAUHA
aaaaaaaaiai.... amay

segunda-feira, novembro 23, 2009

PRECISAVA ser tão foda???

O vídeo não é do show daqui, mas ele fez bem assim!...



"You better lock your doors, you know why? Cause we want you! Cause we like you a loooot!..."
Looooove this song

sexta-feira, novembro 20, 2009

quinta-feira, novembro 19, 2009

Mas sabe o quê? Quando tudo parece pesado demais, eu me lembro que sempre vou tê-las comigo. Os ombros, as mãos, os colos, as palavras. Definitivamente, não há NADA como a amizade - clichê, eu sei, but so true.



"Remind me that we'll always have each other when everyone else is gone"



Engraçado como as coisas mudam dentro da gente. Hoje eu te liguei pra desejar boa viagem, com algum medo da sua reação (que de fato foi bem melhor do que eu esperava), com receio de você não ter entendido a minha decisão de não fazer despedidas. Ou melhor, de você ter entendido melhor do que eu mesma, e ter se machucado com as minhas verdadeiras razões.


Mas hoje eu não tive raiva, nem revolta, e não berrou dentro de mim aquele alívio que eu tanto esperei, de “finalmente chegou o dia, ela tá indo embora”. Acho que ele ainda vem, no futuro, mas hoje, o que eu senti foi pena, e uma angústia pequena e doída no fundo do peito. Pena de te ver pegando o carro e indo embora dirigindo sozinha, quando eu sei que a solidão te é tão difícil. Pena de te ver desfazer algo que pra você era um santuário, uma casa e uma vida que não eram ideais, mas eram tudo que você tinha. Mas principalmente, pena de te ver indo embora e nos deixando aqui, sabendo que, embora pra mim isso seja o melhor dos acontecimentos do ano, pra você é tão doído e difícil. E rompe com todos os seus padrões e planos, com todas as suas certezas (pra mim ilusões, mas pra você eu sei que são certezas), de estar perto, de prover, de ser a matriarca, o alicerce. Eu sei o quanto a muito você já não é, talvez nunca tenha sido de fato, mas... eu sei que dentro de você, na sua cabeça e no seu coração, o papel de mãe dedicada sempre foi cumprido, com louvor. E por isso eu tenho pena da sua vulnerabilidade, de ver você, a pessoa que mais sente que conheço, a pessoa mais intensa, mais sentimento, mais emoção... tendo que sair de perto das suas 2 filhas. E com todo o nosso apoio, com toda a nossa certeza, com toda a nossa falta de hesitação, de medo, de saudade.


Eu hoje abandono um pouco a minha dor pra sentir um pouco da sua.


ps: essa pintura me acalma e me acalenta tanto!.... Freud explica, baby.

quarta-feira, novembro 18, 2009

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Gente, gente, sério... PELAMORDEDEUS vamo pra casa dormir esse restinho de tarde???

Minha querida TPM


 
Daqui

terça-feira, novembro 17, 2009




FELICIDADE é passar as 2 horas do seu almoço suando num provador, experimentando todas as calças jeans do Universo, pra NENHUMA ficar boa.

segunda-feira, novembro 16, 2009

Escaping

Às vezes eu queria escapar, e só. Dessa estrutura desestruturada que pesa tão mais pro meu lado, desse esquema unilateralmente dividido, desse acordo tácito no qual as obrigações são minhas em sua grande maioria, mas a autoridade não, nunca. Os ônus são todos meus, os bônus, muito poucos.



Às vezes eu me imagino pegando as minhas coisas e o meu salário e indo embora. Estranho, essa casa não funciona tão bem pra mim mais, não com essa divisão de espaços e funções na qual eu saio com tanto prejuízo. Eu não quero mais carregar ninguém. Eu graças a Deus não tenho filhos ainda, e estou cansada de ter que agir e pensar como se tivesse. Cansada de ser a primogênita, de ser a responsável, a prática, a adulta. A única adulta no meio da bagunça. Cansada dos 3 anos de diferença que se transformaram em 6, que nos afastaram tanto em deveres e direitos, em valores e bons sensos, em maturidade e autonomia. E eu que sempre me omiti, nunca me posicionei, nunca me impus, nunca quis assumir de vez esse papel que de fato não era meu, mas acabou se tornando. Sim, na prática eu me tornei a mãe, e, talvez por saber da falta de saúde nessa inversão de papéis, eu tenha decidido fingir que não. Mas hoje o peso me entorta a coluna, a falta de justiça e harmonia nesse esquema me sufocam. Se é pra ser mãe de família, que eu crie a minha. Que eu assuma o papel quando ele for meu de direito, pra que então me sinta no direito de cobrar o que precisa ser cobrado, de definir e conduzir o barco sem parecer uma déspota injusta. De ser dona da casa e não criada.


Mas eu preciso parar de fugir.

domingo, novembro 15, 2009



Olha, só sei que eu vou no show de roupa preta, cabelo preso, muleta e adesivo puxando os olhos.

sexta-feira, novembro 13, 2009












(nem que seja sozinha no quarto)

Chega dessa semana então, né?! Thanks.

quinta-feira, novembro 12, 2009

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 "Escuta. Aperta minha mão. Tá me dando aquela pena de mundo, sabe? Vem a imagem de um tappeware com um pedacinho de bolo. Minha mãe preparou e eu fiquei com preguiça de trazer. Isso nunca aconteceu, mas eu fico sofrendo como se tivesse. E passo o dia levando sustos como se todos os carinhos simples, que esqueci de reparar, fossem bonecos de mola macabros que saltam do nada. Não sei o que isso quer dizer, amor. Mas você sabe. Então, aperta minha mão e me diz que eu posso deixar tudo isso pra trás sem tanta dor. Eu preciso ser adulta sem achar que tô matando o principal. Entende? Você pode? Me amar quando eu não posso ser adulta? Pra que eu seja sabendo que se eu não puder tudo bem e isso me dá forças pra ser mais e mais? Eu já sou. Você pode?"

Aiai... nem me fale, Tati. Nem me fale.


quarta-feira, novembro 11, 2009





Reza a lenda que daqui a 2 dias você vai embora. Dois, míseros dois dias, em absoluto contraste com os 24 anos nos quais, na maioria do tempo, você esteve junto, ali, com alguns períodos de férias que sempre me foram tão preciosos. Já tem alguns anos que eu rezo pela sua ausência, ou pelo menos por uma presença menor.

Prefiro não pensar muito nesses dias, prefiro não acreditar muito neles pra que depois, se alguma coisa der meio errado, se alguma coisa te atrasar, eu não enlouqueça. Se começar uma contagem regressiva pra depois ter que aturar uma prorrogação ou tempo extra, eu não vou conseguir. Todos os incômodos que tenho tido, todos os absurdos diários, todos os mini abusos tão constantes (e por isso mesmo, se somados são tão grandes), tudo isso eu tenho relevado. Com a promessa interna de que está chegando ao fim. Com o juramento pra mim mesma de que essa é a última conta atrasada que eu preciso pagar às pressas, a última compra de supermercado (pra sua casa) no fim da tarde de sexta feira, depois de um dia exaustivo de trabalho, o último dos abusos. O último sapo engolido? Não, isso eu sei que não, mas a minha confiança nas facilidades que a distância trará é algo que eu preciso conter a cada dia, pra não criar expectativas demais.

Não é muito maduro da minha parte esperar você ir embora pra ter uma folga, uma vida melhor. Eu sei disso. Sei que não é saudável, sei que aos olhos de muitos pode parecer tão cruel que eu queira te ver pelas costas. Mas eu simplesmente não aguento mais.


E não há terapia, estudo, paciência, evolução, tempo que conserte. Não há medicamento ou discussão que consertem a sua folga, o seu abuso, a sua falta de noção e bom senso. E não há nada que vá me fazer vê-los com bons olhos. Não há Cristo que te transforme numa pessoa normal, e eu não consigo mais conviver com a sua completa anormalidade. E não consigo mais discutir sabendo que não vai dar em nada, tentar te fazer enxergar sabendo que isso nunca vai acontecer, me revoltar sabendo que só vou comprar mais um sermão interminável e daí a 2 dias, vai ser como se nada tivesse acontecido. São muitos anos de discussões e troca de ofensas no telefone, são muitos tempos sem se falar, são tantas tentativas que nunca deram em nada. Tantas vezes em que eu consegui finalmente falar, e entrou por um ouvido e saiu pelo outro.

Agora que eu sei que existe uma possibilidade de não te ter mais por perto, agora que eu sei que mais de 1000 km passarão a nos separar, não há calma ou paciência que me sejam suficientes pra te aguentar aqui. Eu vivo com medo de alguma coisa acontecer e seus planos mudarem, eu morro de medo de qualquer coisa dar errado. Porque dentro de mim, mesmo sem querer, eu conto os dias. Como um preso cumprindo os últimos dias da pena.

Eu não tenho mais nada pra dar, eu não tenho mais de onde tirar.







Hmmmmm....



Uma cervejinha agora ia bem, hein?!
(pra não falar do milho, HAUHAUAH)

terça-feira, novembro 10, 2009

Xuxuzinha, amei TANTO que tive que copiar:


 Adeus, não tente me deter.

terça-feira, novembro 03, 2009



















(li aqui, que leu aqui)