É tempo de sol. Esse que insiste em brilhar no meio da chuva grossa e do vento frio, nesse tempo maluco de Curitiba. Esse não escaldante mas onipresente, que nos confunde, que se faz de preguiçoso por uma manhã mas chega forte e desajustado com o resto do céu, enquanto todo mundo se molha com os pingos grossos e até violentos, assim descombinando, como que atrasado mas ali, operante.
É tempo de sol também dentro de mim. E de chuvas grossas, marés vazantes, produtividade sentimental na potência máxima. Água corrente que vem lavando todo o meu pó e teias de aranha, mas sol inclemente que brilha lá em cima desafiador, me garantindo que luz não falta. Que não falte mais, é o pedido.
É tempo de sol também dentro de mim. E de chuvas grossas, marés vazantes, produtividade sentimental na potência máxima. Água corrente que vem lavando todo o meu pó e teias de aranha, mas sol inclemente que brilha lá em cima desafiador, me garantindo que luz não falta. Que não falte mais, é o pedido.
Foto do moço ninja mor: www.cesarovalle.com
2 comentários:
Eu particularmente não gostei de você cantando. Pode ensair mais, mas está no caminho certo. É só mais ensaio que uma hora se acerta.
Olá, Maíra!
Talvez ainda fale disso num post, mas eu ME ODIEI cantando (se vc estiver falando do mesmo dia que eu, hahaha).
Nossa, e teria mil coisas pra dizer a respeito disso (ninguém é tão crítico e analítico quanto a gente mesmo né), mas realmente, fica pra uma próxima vez. Eu já dissertei sobre o tema sozinha e com os mais próximos UM MILHÃO de vezes, eu acho.
Mas obrigada pelo seu comentário, mesmo. Faz falta uma opinião externa e imparcial!
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