quarta-feira, janeiro 26, 2011
ps: eu já me vejo abrindo a boca de chorar qdo entrar num Dunkin' de novo...
terça-feira, dezembro 14, 2010

sexta-feira, dezembro 10, 2010
quarta-feira, outubro 06, 2010
Claro que a semelhança é proposital... e embora eu seja tb madly in love with Glee (já que é pra escolher), essa capa do Friends é INSUPERÁVEL DE LINDA pra mim.
ps: atenção para as duas Rachel fazendo a mesma cara!
terça-feira, junho 01, 2010
Já passou na TV, já posso postar
CRISTINA: No way.
MEREDITH: Yeah.
CRISTINA: No freaking way!
MEREDITH: Right?
CRISTINA: Oh my God! Oh, okay. Um, were you trying to?
MEREDITH: No! Total accident. I used the thing.
CRISTINA: Oh, so are we happy about this? Or are we exercising our legal right to choose? [Cristina laughs] Okay, alright! Congratulations! Let’s hug it out.
MEREDITH: [laughs] Okay.
CRISTINA: Oh my God. Are you- Are you- Are you gonna tell him? Have you told him?
MEREDITH: No, I just found out!
[both of their pagers go off]
CRISTINA: Oh, Teddy.
MEREDITH: Derek.
CRISTINA: Well, are you gonna tell him now?
MEREDITH: Yeah.
CRISTINA: Okay.
MEREDITH: How is the Teddy and Owen thing going?
CRISTINA: Oh. Oh, fantastic. It’s going great. I’m completely over it. [breathes and puts her hand on Meredith’s shoulder] This is very adult. I’m really proud of you, Meredith Grey.
MEREDITH: I’m proud of me too?
CRISTINA: Yes. Yes. [laughs]
MEREDITH: Okay.
[They both walk away]
CRISTINA: Hey! I hope it has his hair!
MEREDITH: Me too!
Amor além da vida por esse tumblr
sexta-feira, março 05, 2010
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Ainda sobre o vício...
MEREDITH: Dr. Shepherd, we should pretend it never happened.
DEREK: What never happened, you sleeping with me last night? Or you throwing me out this morning? Because both are fond memories I’d like to hold on to.
Grey’s Anatomy; 1x01 A Hard Day’s Night
E após 23756934563498 anos, eu continuo amando esses dois.
ps: atenção para a carinha JOVEM de ambos!...
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
segunda-feira, novembro 23, 2009
PRECISAVA ser tão foda???
"You better lock your doors, you know why? Cause we want you! Cause we like you a loooot!..."
Looooove this song
terça-feira, setembro 15, 2009
De arrepiar/chorar/morreeeer de saudade
In New York,
Concrete jungle where dreams are made of,
Theres nothing you can’t do,
Now you’re in New York,
these streets will make you feel brand new,
the lights will inspire you,
lets here it for New York, New York, New York
sexta-feira, julho 03, 2009
E falando nele...
Life is but a dream...
Forever some odd hours ago I spun through Times Square for the 100th time in my life. That’s a century of visits to the center of the world. I marvel as part of the great imagination of man; stoked to be dressed up in that blessed up cross section of a sexy city. I love her. Times Square that is, in the wee hours, when I own the moment, when I possess her all to myself. The silence amongst the swirling lights doesn’t seem right, but I stumble in awe, with gratitude, being the only sightseer in sight. The cabbies are all asleep. after their affairs with their fares and the tourists are tucked up tightly in rented beds with Broadway melodies plumb in their heads. I high five the sky and say goodnight just before dawn, catching my breath after our three day dance. Ms. York was tall and gracious this time
disse Jason Mraz, o homem da minha vida
sobre Ms. York, a cidade da minha vida
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
As 3 palavrinhas
- Não... Mas eu sufoco pelo menos uns três “eu te amo” por dia.
- Como assim???
- Ah, eu quase falo o tempo todo e aí engulo na última hora. Várias vezes, todo dia.
E eles fizeram um silêncio de choque, all eyes on me, arregalados, mal podendo crer no que eu tinha falado. E eu que falei tão normalmente! Até que todos disseram juntos:
- Aaaaah, que coisa linda! Gente, vocês acreditam nisso??? O coração de gelo!! O iceberg derreteu!
- Ah, mas é que “eu te adoro” é tão estranho, não se encaixa mais há tanto tempo!... É difícil ouvir “mulher da minha vida” ou “você é a pessoa que eu procurava” e responder qualquer coisa que não seja “eu te amo”. Não é que eu tenha pensado e analisado e chegado à conclusão de que eu realmente o amo, mas é que... é natural, é o meu instinto mesmo.
- Vem de dentro, né... Mas é assim que é pra ser!! Nossa, gente... ela tá amando de verdade.
Eu já tinha me acostumado a engolir as palavras. Fosse olhando nos seus olhos, fosse terminando um email, no final de uma ligação. Eu já achava normal segurar os meus instintos pra não te dizer o que teima tanto em sair da minha boca, o que me é tão natural, tão simples. Tão pequeno e tão grande. Eu já tinha me acostumado e ontem com o espanto deles eu tive que fazer contato.
Mas o fato é que sim: eu te amo, eu te amo, eu te amo. Pronto, falei.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Committed
Eu tinha regras. Muitas. Rígidas. Eu tinha limites intransponíveis. Eu tinha teorias quase absolutas. Eu tinha convicções e definições que não podiam ser abandonadas. E nem eu queria que fossem. Eu determinei, há tanto tempo, que certas coisas eram inaceitáveis, que certos defeitos eram eternos, que certos erros eram irreparáveis. Quando os meus amigos tratavam como uma fase o que pra mim era um indiscutível fim, eu não conseguia entender a cabeça de todo mundo. “Gente, vocês não tão entendendo... ACABOU!”. E eles me pareciam tão irritantemente confiantes em afirmar que não era bem assim.
Era assim. Dentro de mim era mesmo definitivo, determinado, absoluto. Dentro de mim não tinha mais jeito, não tinha mais volta. Sem mágoa, sem desespero. Apenas não tinha volta.
E aí eu te vi de novo. Cedo demais, perto demais, disposto demais. “Eu só quero saber se eu ainda tenho alguma chance com você, algum dia.” E me doía a súbita vontade de te apertar a mão, de te olhar nos olhos, de te apertar contra o meu peito. Me doía a sua presença, a sua existência, pura e simplesmente. Até que eu repeti o papel ridículo da minha mãe e fui lá pra fora chorar. Como eu nunca faço, como eu já nem sabia que conseguia fazer. E eu soluçava sendo obrigada a admitir que não era tão fácil, que você ainda estava dentro de mim, que passar tantas horas olhando aquelas fotos não tinha sido o suficiente pra te deletar daqui de dentro.
E aí você veio me abraçar e me consolar e me garantir que não ia doer mais, e eu vi. Vi nos seus olhos que alguma coisa tinha mesmo mudado, ouvi nas suas palavras que a sinceridade a toda prova continuava presente, ainda maior, ainda mais pura. E naquele momento eu soube até que o resto do mundo nunca entenderia, e que pela primeira vez, eu não me importava. Que tivesse sido muito rápido, que eu tivesse sido muito fraca, que tivesse cedido e acreditado cedo demais. Quem ama e prima pela verdade como eu, sabe reconhecê-la. Ainda mais olhando nos olhos. Ela estava ali, a verdade. Em você. E eu soube que depois de tanto tempo procurando e esperando, talvez eu finalmente tivesse achado algo real.
Depois veio o medo. No dia seguinte, e no outro, e nas vezes em que eu abri de novo aquelas fotos procurando que a dor fosse forte o suficiente pra me fazer desistir, e ela nunca era. Veio o medo, acredito que o resto dele, ainda acumulado nos meus cantos e esquinas, tão alimentado por tanto tempo, tão infiltrado em cada célula minha. E pelo momento histórico, pela avalanche de acontecimentos, pela overdose de emoções, eu tive que calar. Todas as minhas vozes e ânsias, todas as minhas dúvidas e temores. Que esperassem mais um pouco, porque o resto das programações não podia esperar.
Até que eu compreendi que eu devia isso a mim mesma. Uma chance de tentar, de confiar e me envolver de novo, uma chance pra crescer com alguém e não mais sozinha. Uma chance, uma porta aberta pra vida entrar. Ser dura é diferente de ser forte, ser fria é diferente de ser adulta. Eu merecia uma história nova, eu precisava de uma história bonita. Eu devia a mim mesma e a todas as minhas cicatrizes uma chance pra construí-la. “Saber amar é saber deixar alguém te amar.”
Eu não sei bem quando foi que me rendi. Não sei qual das suas palavras, qual dos seus olhares, qual dos seus gestos me fez parar de resistir e despir de vez a armadura. Acho que foram todos, juntos. A decisão de me incluir de vez na sua vida e na sua família, o jeito firme e decidido com que você entrou na minha. Com todos os meus problemas e turbilhões, lá no meio deles. Abraçando a causa, fazendo o lanche, segurando a barra, corrigindo a prova. Eu me preocupava em não te envolver demais na loucura, com medo de você querer correr quando visse de perto o drama mexicano que é a minha história. E você já tava lá dentro, e já fazia tanta questão de estar, e já me garantia que sempre estaria, mesmo se eu não quisesse ou pedisse. E quando olhei pra mim eu vi que no meio de tanta coisa e tanto problema, eu ainda conseguia estar feliz. Mais: eu mal conseguia parar de sorrir. E era você. Porto seguro, muro de sustentação, bote salva-vidas. Era você, só você no meio de tanta loucura e tanta dor e tanto breu. Era só você e já era suficiente: eu não estava mais no escuro.
“- Promete que amanhã eu não vou ter que dividir a sua atenção? Que você vai ser só minha?
- Eu já sou só sua há muito tempo, Leonardo. Só você não percebeu isso ainda.”
Eu não tenho mais medo da palavra, meu bem. Pelo contrário. A cada minuto que passa eu me sinto mais segura e mais completa nesse lugar.
Da sua namorada.
terça-feira, dezembro 30, 2008
“Ando tão à flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar...”
A verdade é que eu não sei lidar com a vulnerabilidade. Com aquela parte, aquele momento exato em que vira-se o disco e você passa de segura, controlada e equilibrada para... absolutamente entregue. Aquela hora em que você olha pra dentro de si e pensa: fudeu.
Eu pensei que era só uma cicatriz, pensei que eu estava curada, que... não ia doer mais. Depois de tanto tempo, depois de 5 anos, longos 5 anos sem sentir aquela insegurança e aquela angústia tão característica... eu pensei que tinha passado. Mas ontem, quando entrei no chuveiro e senti de novo aquele medo e aquela dúvida, eu não tive como não chorar. Porque agora eu já não sei se é real ou não, agora eu nunca sei se devo confiar na minha intuição e pensar “tem alguma coisa errada nessa história” ou se devo me ignorar, enfiar na cabeça que é paranóia minha, e... passar por cima. Pior: será que eu consigo passar por cima?
Aprendi a amar sob o signo do efêmero, avisada de que a qualquer momento podia me flagrar vivendo de mentira ou despencando de uma torre muito alta que a mim não pertencia. Alfabetizei o peito e os olhos para acolher o adeus a qualquer momento e por qualquer motivo, em muitas línguas, de muitas formas, mesmo sussurrado em ausência e silêncio. Eduquei os braços para o regresso do vazio e os pés para dar meia volta e seguir noutra direção, como se o amor fosse frágil, perecível, volátil, fugidio, como se eu nunca fosse capaz de fazê-lo vingar, ou não merecesse permanência, mais que uma miragem, um presságio, um trailer. Peço perdão se não sei mergulhar no que para mim sempre foi um poço raso demais. Para isso é preciso mais que certezas. Para isso é preciso fé.
terça-feira, dezembro 16, 2008
Pronome possessivo masculino, primeira pessoa do singular
Por hoje, só por hoje, eu vou me dar o direito de sentir toda a paz e todo o calor que eu quiser sentir. Só por hoje eu vou me permitir essa sensação plena de alívio e conforto, só por hoje eu vou deixar que a lembrança da minha cabeça no ombro dele me console e me dê calma. No dia de hoje, mas só por hoje, eu vou me permitir a fraqueza e a fragilidade de me sentir mais segura por tê-lo aqui comigo, por ter alguém.
Eu hoje vou me aninhar no ombro dele sem medo do envolvimento, vou me despir sem vergonha, vou me envolver sem controle. Talvez hoje eu até confesse que gosto mesmo e muito dele. Sem me preocupar com o que ele pode pensar, sem medo dele correr pra longe.
terça-feira, outubro 21, 2008
O casal feliz
Eu odeio casais felizes. Esses que se beijam molhadamente em lugares públicos, que se agarram na sala de aula, que dão comida na boca do outro, que fazem musculação de mão dada. Os que estudam na mesma turma e se vêem todos os dias, mas ainda passam os intervalos de aula juntos, ela no colo dele, os dois entretidos num beijo que dura os vinte minutos de pausa entre a saída de um professor e a entrada de outro. Todos os dias. Esses que ficam se pegando no bar quando só tem mais uma pessoa na mesa, naquela situação em que o terceiro quer se matar de constrangimento, aqueles que dançam se beijando e esbarrando em todo mundo que tá em volta, derrubando bebida nos outros. Eu sempre, sempre odiei esses casais que se abraçam e se beijam hollywoodianamente no meio do supermercado e atravancam o corredor quando eu tô com pressa pra passar, ou quando preciso pegar alguma coisa que tá bem ali naquela prateleira.
Ontem a gente tava no supermercado comprando cerveja, naquele momento crítico do pseudo-relacionamento em que nenhum dos dois sabe como agir, naquele dia em que não se sabe de nada, depois do email mas antes da conversa, depois de 2 semanas sem se ver, “estamos juntos ou não, vamos ficar juntos ou não?”. Acho que nenhum dos dois sabia. E nem saberíamos, nem saberemos até o momento em que discutirmos e colocarmos os pingos nos is. A gente não estava junto e nem devia ficar junto, não antes de resolver essa palhaçada toda, mas... e aquele frio na barriga, aquela tensão sexual absurda, o que se faz com ela? A gente andava pelo corredor de bebidas e eu só faltava me agarrar àquelas prateleiras coloridas, de medo de correr pra você, de pavor de sucumbir àquela volúpia, àquela vontade doida de te pertencer. E não podia, não podia nem te olhar muito, não podia me expor assim, não podia me entregar, me mostrar, me envolver mais. Mas não dava pra falar com você sem olhar pra sua boca, não dava pra dissipar a tensão, não dava nem pra disfarçar.
terça-feira, outubro 14, 2008
Fragmentos

Sei que nessas horas eu me pergunto: por que mesmo? E ao contrário do seu medo de gostar, e ao contrário do nosso medo de envolvimento... nessa hora eu tenho medo de não me envolver, de não conseguir, de nunca “fill in the blanks”. De não conseguir nunca gostar de você MESMO, for real, de ficar de novo só na superfície, sem mergulhar nunca, sem me entregar de verdade nunca. Em momentos assim, quando eu não tenho borboletas de estômago por você (e pior, não me lembro de ter tido em algum momento), me dá medo de descobrir que tô com você só porque você gosta de mim, porque você é disposto e interessado e entregue como não eram a algum tempo, e correto, e diferente sim. Mas nada mais. E se tudo isso aqui existir só porque você gosta de mim... aaaah, é tão pouco. “E pouco eu não quero mais”.
No início era tudo tão simples, tão natural. Você era só mais um cara e eu podia ser exatamente eu mesma, porque se você não gostasse o problema era só seu. Hoje não. Agora que você ganhou importância eu já não posso me dar ao luxo de não te conquistar, não posso admitir tão facilmente a possibilidade de você não gostar de mim, de você por de alguma forma e por alguma razão não me querer mais. E aí eu jogo. E analiso se posso ligar, se devo mandar email, se falo, se calo, se mostro, se escondo, se dou, se seguro. Analiso, analiso, analiso. E ainda me pergunto se vale a pena, se gosto o suficiente, se falta algo. Eu dispenso 2 caras em 2 dias porque eles não são você, e ainda me pergunto se gosto de você o suficiente.
Acho que uma parte de mim sempre soube que essa maldita viagem ia mudar as coisas. Ia matar um pouquinho desse nosso amor tão novo e tão pequeno ainda, dessa nossa paixãozinha prematura, tão frágil, na incubadora, respirando por aparelhos. Dessa nossa relação que não é relacionamento ainda, mas que se não fosse essa festa e os seus instintos masculinos de solteirice subitamente reacendidos... certamente que era uma questão de tempo.Na verdade eu preciso entender que, se você der mesmo pra trás assim, se você tiver mesmo retrocedido desse jeito tão Godoy, tão juvenil e tão imaturo... é porque você não vale a pena. De novo, por mais uma vez nessa minha historinha, eu vou cantar no último volume “é uma pena mas você não vale a pena”. Pra mais um cara tão descartável e igual a todos os outros. Eu não queria, profunda e verdadeiramente não queria que você fosse descartável. Eu não quero. Mas não depende só de mim, honey. Aqui nesse ponto da estrada... depende de você. Don’t let me down. Please, don't.
quarta-feira, outubro 01, 2008
Uma bala em cada joelho

E mesmo nas coisas que não gosto, mesmo quando você fuma um cigarro atrás do outro, mesmo quando fica empolgado demais e rindo demais de uma coisa idiota, quando fala do “show da vida”, quando faz poses e diz coisas que eu sei que são dos seus amigos beldades/comedores, ou quando fala deles como se fossem os caras mais fodas da face da Terra... mesmo com essas coisas, mesmo que nessas horas eu segure o ar e pense “não faz isso porque eu vou me cansar de você, não fala essas coisas que vai perder o encanto”... não perde. No dia seguinte eu acordo já com uma saudadezinha e uma vontade de te ver e te beijar que vão crescendo ao longo do dia, que de noite já deixaram de ser agradáveis e passaram a me incomodar. Porque eu não sirvo pra isso e não me permito mesmo romancear tanto, porque eu corro quilômetros do envolvimento e da perda do controle. Porque eu não deixo, não vou, não pulo. Porque sim, você tinha razão... eu tenho medo.
E ao mesmo tempo eu pulo, de ponta. Não me seguro, não fujo de você, não consigo arquitetar e jogar. No fim eu faço tudo que quero fazer e te falo tudo que quero falar, no fim da noite eu fui exatamente eu mesma. E a gente sabe que essa historinha de “seja sempre você mesmo, não existem jogos ou teatros” é lenda. Quer dizer, eu tinha essa certeza... Mas agora, com você, é tudo tão natural, tão verdadeiro, tão sincero... que às vezes eu me belisco pra ver se é de verdade, e várias vezes ao dia eu fico esperando vir alguma coisa que estrague tudo, porque tá bom demais pra ser verdade. Me preparando pro pior, pro fim, pro final infeliz.
Eu sei, eu sei... eu sou a doente dessa história. Ôrra, eu sempre soube! A paranóica, a pessimista, a traumatizada, complexada. Aquela que tomou chifre demais e foi enganada DEMAIS pra conseguir se relacionar de uma forma saudável, aquela que um belo dia parou e aí ficou só observando... e viu que em toda a sua volta todo mundo só fazia sofrer, se machucar, se apoiar em relacionamentos falidos e doentios. Aquela que por fim desistiu, e resolveu se relacionar só na superfície e não se envolver de verdade nunca. Já tem alguns anos que eu sou essa pessoa, babe... você é que não sabe disso ainda.
Eu hoje escrevo e transbordo e entorno o copo cheio demais de sentimento, e falo tudo de você e publico pra ver se passa. E coloco essa foto aqui pra saber que ela tá exposta em algum outro lugar, e não necessariamente no meu fundo de tela mais. Já posso tirá-la de lá, não preciso mais ficar olhando pro seu pescoço e suas pintas tão minhas, já posso retornar ao equilíbrio, ao mundo real, a um estado mínimo de racionalismo e frieza (nossa, era tão fácil atingi-lo antes). Agora tá tudo aí, solto no mundo, e eu já posso respirar em paz.















